Contexto
Hinos, mitos, orações e outros escritos vêm de muitas cidades da antiga Mesopotâmia. A suméria Inanna e a acádia Ishtar são próximas, mas suas descidas ao mundo inferior diferem. Nanna também é Sin, e Utu, Shamash. Lilith exige uma observação: a figura conhecida pertence sobretudo a tradições judaicas posteriores, com ligações debatidas aos demônios mesopotâmicos.
Leituras ao anoitecer
A viagem lunar de Nanna e a descida de Inanna oferecem dois caminhos diferentes. Um leva a um banquete e a uma bênção; o outro atravessa uma fronteira da qual é difícil voltar.
Céu, água e criação humana
Anu, Enlil, Enki e Ninhursag aparecem em diferentes relatos de autoridade divina, criação e vida humana.
O mundo inferior
Inanna, Ereshkigal e Nergal pertencem às histórias do mundo dos mortos. A história posterior de Lilith é explicada em sua própria página.
Lua, justiça e Babilônia
Nanna e Shamash marcam lua e sol; Nabu, Marduk e Tiamat levam à escrita, ao culto e às histórias de criação babilônicas.

























